A unidade Enfermeiro Adenilson dos Santos Torres dará suporte ao trabalho de controle de endemias realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) nas 74 comunidades, lagos e igarapés distribuídos em mais de 200 quilômetros das calhas dos rios Negro e Amazonas, nos limites da capital. Na região, vivem aproximadamente 8 mil pessoas expostas ao risco de doenças endêmicas, especialmente a malária, prevalentes em áreas de rio e floresta.

Foto: divulgação
A nova base substitui uma estrutura antiga, já inadequada e sem condições de funcionamento. A unidade fluvial vai funcionar como marina para 11 embarcações utilizadas pelos agentes da Semsa nas viagens às comunidades da região assistida, onde são realizados os trabalhos de prevenção e tratamento de endemias, assim como busca ativa de pessoas infectadas, coleta de lâmina para diagnóstico e entrega e supervisão de medicamentos.
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No Rio Amazonas, são atendidas 34 comunidades, lagos e igarapés distribuídos em 120 quilômetros de extensão – entre a Marina do Davi e o lago do Arumã -, onde reside uma população de 4.380 pessoas. Já no Rio Negro, são 40 localidades entre a Marina do Davi a Comunidade do Apuaú, reunindo uma população de 3.768 pessoas em 115 quilômetros de extensão.