Após quatro semanas de intenso treinamento no mar e em ambientes controlados, militares do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) concluíram com sucesso o Estágio de Mergulho a Ar e Resgate (EMAR) em Niterói, Rio de Janeiro. O curso, realizado no Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, reforça a capacitação de militares em operações subaquáticas, destacando a excelência dos participantes e o aprimoramento das habilidades essenciais para as missões de resgate.

Foto: Sd Marcus – ComSoc CIGS
O Estágio de Mergulho a Ar e Resgate, mais conhecido como EMAR, é uma das capacitações mais rigorosas oferecidas pelo Exército Brasileiro, voltada para militares que atuam em operações especiais. Seu objetivo principal é habilitar os participantes a realizarem missões subaquáticas, como busca de pessoal e material, reflutuação de objetos submersos, inspeções e até pequenos reparos subaquáticos. Esses conhecimentos são cruciais para uma série de operações militares, especialmente em cenários onde a precisão e a habilidade de mergulho autônomo são essenciais.
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O estágio tem a duração de quatro semanas e é dividido entre aulas teóricas e intensivas práticas em ambientes controlados e no mar. Durante esse período, os militares são submetidos a situações que simulam as condições reais de combate e resgate, exigindo resistência física, técnica e uma grande capacidade de adaptação às adversidades do meio aquático. A conclusão desse estágio é considerada um marco na carreira militar, uma vez que demonstra não apenas habilidade técnica, mas também o compromisso dos participantes com a excelência operacional.
Este terceiro ciclo do EMAR de 2024 foi particularmente marcante para o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), com dois de seus integrantes participando da formação, o Capitão Jean Michael Costa da Silva e o 1º Sargento Emmanoellito Alexandre Silva de Oliveira. Eles reforçam a presença do CIGS em cursos que ampliam as capacidades operacionais dos militares que atuam em um dos ambientes mais desafiadores: a selva.

Foto: Sd Marcus – ComSoc CIGS
A conclusão do estágio pelos militares do CIGS também fortalece o vínculo entre a formação tradicional de operações na selva e as novas exigências do campo de batalha moderno. A incorporação de habilidades como o mergulho autônomo e o resgate subaquático eleva o nível de preparação das tropas, permitindo que elas atuem em um leque mais amplo de missões e contextos.