ESPORTE

Presidente da FIFA afirma que entidade recebeu 150 milhões de pedidos de ingressos para a Copa do Mundo

A Copa do Mundo de Futebol Masculino será realizada no mês de junho em três países (EUA, México e Canadá)


Segundo Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol e Associações — FIFA, os pedidos por ingressos para o próximo mundial de seleções (Copa do Mundo de Futebol) de 2026 já ultrapassaram a casa de 150 milhões de pedidos de ingressos. Infantino veio a público defender os preços cobrados pela organização do evento, onde grupos de torcedores reclamaram do alto preço cobrado nas entradas.

Foto: Fabrice Coffrini/AFP via Getty Images.

A declaração de Infantino foi feita durante a Cúpula Mundial do Esporte em Dubai, nesta segunda-feira (29). “Temos de seis a sete milhões de ingressos à venda… em 15 dias, recebemos 150 milhões de pedidos de ingressos. Ou seja, 10 milhões de pedidos de ingressos todos os dias. Isso mostra o poder da Copa do Mundo”.

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“Nos quase 100 anos de história da Copa do Mundo, a FIFA vendeu 44 milhões de ingressos no total. Então, em duas semanas… poderíamos ter lotado 300 anos de Copas do Mundo. Imagine só. Isso é absolutamente incrível.”

Na ocasião, o presidente da FIFA anunciou a criação de uma categoria de ingressos mais barata no valor de US$ 60 (R$ 332), tornando mais acessível a entrada para torcedores de todo o mundo. Infantino informou que o valor arrecadado com a venda desses ingressos vai auxiliar a entidade no desenvolvimento do futebol para todo o mundo.

“O mais importante é que a receita gerada com isso seja reinvestida no futebol em todo o mundo”, acrescentou.

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“Sem a Fifa, não haveria futebol em 150 países. O futebol existe graças a essa receita gerada pela Copa do Mundo, que reinvestimos em todo o mundo.”

Conforme Infantino, a maior procura por ingressos da Copa foi de torcedores dos Estados Unidos, seguidos pelos alemães e britânicos. A Copa do Mundo de futebol masculino será realizada no mês de junho em três países (EUA, México e Canadá).

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