A sessão da Câmara Municipal de Manaus (CMM), desta terça-feira (09), foi marcada por discussões que envolveram a pontualidade dos vereadores na Casa Legislativa, além de críticas às gestões governamentais e a implantação de Ação Popular contra a Águas de Manaus.
O vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) ingressou com uma Ação Popular para acabar com a taxa de esgoto na cidade de Manaus. Atualmente, a cobrança de esgoto em Manaus equivale a 100% do valor cobrado sobre o serviço de abastecimento de água tratada.
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Foto: Alessandro Bandeira
“A população continua pagando essa taxa que massacra o bolso de muitas famílias e o custo de vida de muitas delas”, disse Rodrigo Guedes.
Segundo o vereador, a decisão partiu após várias tentativas dentro da Casa, de implantar a CPI da Águas de Manaus junto com o vereador Sassá (PT), em 2021.
Assiduidade
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Desde o início dos trabalhos na Casa, a assiduidade de muitos parlamentares é colocada em xeque. Até a divulgação de presença em painel eletrônico já foi sugerida, mas não avançou. E hoje, durante seu discursos, os vereadores Raulzinho (PSDB) e Kennedy Marques (PMN) destacaram suas assiduidades, e justificaram as poucas ausências devido à demandas de trabalho.
O vereador Amom Mandel (Cidadania) questionou que é preciso ter, ao menos, 14 pessoas para o quórum na CMM. Antes mesmo de finalizar a sessão, desta terça, só haviam 11 parlamentares em plenário.
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Críticas a Amazonino Mendes
O vereador Dione Carvalho (Patriota) fez duras críticas à gestão do ex- governador Amazonino Mendes em virtude de não dar apoio às pessoas com deficiência, sobretudo, para as crianças cardiopatas, bandeira de luta do vereador.
Dione chegou a tecer crítica sobre a atuação do ex-secretário estadual de saúde Deodato que, segundo ele, nunca o recebeu em seu gabinete para acolher as demanda, ao passo que elogiou a gestão do governador Wilson Lima pelo olhar mais atencioso à causa.