RETROSPECTIVA 2025

Funasa inaugura Casa do Saneamento e fortalece integração do setor rumo à COP30

Espaço em Belém consolida atuação institucional da Fundação e articula agendas estratégicas do saneamento brasileiro


O quarto trimestre de 2025 marcou um dos momentos mais simbólicos da atuação institucional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). No final de setembro e início de outubro, a Fundação inaugurou, em Belém (PA), a Casa do Saneamento, um espaço concebido para integrar atores do setor, promover o diálogo técnico e fortalecer a presença do saneamento brasileiro na agenda climática internacional, tendo a COP30 como horizonte estratégico.

Divulgação

Instalada na capital paraense, a Casa do Saneamento foi inaugurada como um legado da COP30 e passou a funcionar como ambiente permanente de articulação entre órgãos públicos, entidades do setor, especialistas e parceiros institucionais. A iniciativa reforçou o entendimento do saneamento básico como política essencial para a saúde pública, a adaptação climática e o desenvolvimento sustentável, especialmente na Amazônia.

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Convergência do setor

Ao longo do último trimestre, o espaço sediou debates, encontros técnicos e atividades voltadas à troca de experiências e à construção de soluções para os desafios do saneamento no país. “A Casa do Saneamento consolidou-se como um ponto de convergência do setor, ampliando o diálogo institucional e fortalecendo a cooperação entre diferentes esferas de governo e entidades representativas”, salientou o presidente da Funasa, Alexandre Motta.

A inauguração da Casa do Saneamento sintetizou uma estratégia que se firmou ao longo de 2025: ampliar a integração do setor e posicionar o saneamento como eixo central das discussões sobre clima, saúde e justiça social. No quarto trimestre, a iniciativa simbolizou o amadurecimento da atuação institucional da Funasa e preparou o terreno para uma participação ainda mais qualificada nos debates da COP30.

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“Ao encerrar o ano com a criação e consolidação deste espaço, a Funasa reforçou seu papel como articuladora de políticas públicas e como agente estratégico na construção de uma agenda nacional de saneamento alinhada aos desafios ambientais e sociais do Brasil”, avaliou Alexandre Motta.

Fonte: Comunicação FUNASA

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