ESTIAGEM 2024

Levantamento do Sindarma aponta as bacias do Madeira e Alto Solimões como as áreas mais críticas atingidas pela seca

Desde dezembro de 2023, a entidade vem emitindo alertas que a seca deste ano tende a ser mais agressiva do que a anterior


De acordo com levantamento do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas (Sindarma), as bacias do Madeira e do Alto Solimões são as mais afetadas e críticas para a navegação e transporte de cargas e produtos neste período por conta da estiagem. Ainda segundo o levantamento, os níveis mais críticos devem ser registrados no mês de setembro.

Foto: Divulgação

Apesar do baixo nível dos rios, principalmente nessas regiões, o Sindarma também informa que todas as rotas estão sendo operadas até o momento, que não há embarcações paradas e que o abastecimento feito por seus associados, principalmente de combustíveis, segue dentro do cronograma preestabelecido para os municípios do interior do Estado.

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Outras regiões do Amazonas também já enfrentam desafios significativos devido à estiagem segundo o Sindarma, e em municípios como Benjamin Constant, as embarcações com cargas e produtos, conseguem chegar apenas até uma certa distância dos municípios, e para evitar o desabastecimento, as mercadorias são transportadas por embarcações menores até a cidade.

Estiagem severa

A estiagem é um desafio significativo para as operações de transporte fluvial no Amazonas porque as embarcações tem que navegar com menos carga por conta da pouca profundidade e o consequente aumento dos custos operacionais, uma vez que as operações ficam suspensas no período noturno em vários trechos, como a rota Manaus-Porto Velho e na rota Manaus–Tabatinga.

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